Parabéns, mães, heroínas da ficção e da vida real!
Hoje é uma data comemorativa cheia de significado para a série Harry Potter. E para não deixar passá-la em branco, estamos trazendo uma coluna em alusão a data e, é claro, em homenagem às mães de Harry Potter e às mães da vida real. Desde já, fica a homenagem do ClubeDoSlugue a estas personalidades da ficção e da realidade que são as heroínas que nos dão força para encarar os problemas e moldam os nossos destinos, assim como moldaram muitas vezes o destino do nosso Harry.
Aqui nesta nota, fica apenas um aperitivo da coluna, escrita por Fernanda Koffke:
Mães morrem por nós, e mães matam por nós. Até a mãe mais pacífica mataria por nós. Molly Weasley que vos diga, e Belatriz Lestrange que confirme. Ao menor sinal de ameaça, uma mãe corre pra nos proteger, e mesmo que seja contra todos os seus princípios, ela fará absolutamente tudo pra nos livrar do mal. Quem não se emocionou ao ler: “A MINHA FILHA NÃO, SUA VACA!”? Eu consegui sentir a onda de energia emanando de Molly.
Notamos claramente o quanto uma mãe faz falta. Luna, nossa tão amada Luna, acabou perdendo sua mãe ainda jovem, quando um feitiço acabou dando errado. A pobre menina viu quando tudo aconteceu. Já cheguei a imaginar que é por isso que ela trata os testrálios tão bem (além do fato de ela ser uma pessoa de bom coração, óbvio), pois eles a fazem lembrar, de uma forma meio estranha, sua mãe. Mas, eu creio que a serenidade dela também se deve ao fato da morte da mãe. Sei que no fundo ela acredita que aquilo que perdemos sempre acaba voltando pra nós, mesmo que de uma maneira inesperada.
Tonks nunca conviveu direito com seu filho, mas morreu lutando, na esperança de construir um futuro melhor pra ele. E o pequeno Ted cresceu, sabendo que tanto seu pai quanto sua mãe foram heróis. Mas mães não precisam morrer por nós para serem heroínas. Nossas mães nos amam todos os dias, incondicionalmente. Parem para ler a palavra incondicionalmente. Ela significa: que não admite ou supõe qualquer condição. O que quer dizer que você pode ter feito tudo errado, pode não ser igual aos outros, e sua mãe pode até não gostar disso e/ou te repreender, mas ela sempre irá te amar. E esse é o amor mais verdadeiro, um amor tão puro que é difícil de explicar. Mas, você que é filho, sabe que amor é esse, não é?
:: Clique aqui para ler o texto na íntegra ::
Parabéns, mamães!
Read MoreAtribua sua nota de 1 a 10 às colunas do CDS!
A nossa página destinada à debates acerca dos personagens, filmes, livros e tudo mais relacionado à série Harry Potter recebeu atualização esta semana permitindo que nossos leitores avaliem os textos dos colunistas. Agora você pode atribuir notas de 1 a 10 a todas as colunas. Nosso objetivo é formentar uma disputa saudável entre nossa equipe para que os colunistas tenham sempre o objetivo de evoluir a cada novo texto, e você, leitor, tenha colunas de melhor qualidade também.
Por isso, aproveite os comentários para, caso se sinta à vontade, revelar a nota que você deu à coluna, comentando um pouquinho sobre o texto, criticando ou elogiando e mencionando pontos em que os colunistas podem melhorar. Ao fazer isso, os colunistas irão se sentir mais motivados a evoluir e você terá colunas ainda melhores, além de poder discutir com os fãs sobre a série que mais amamos.
Portanto, fique à vontade para ler nossas colunas e dar a sua nota!
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Coluna Pottermore – Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado

Já está no ar a mais nova coluna do ClubeDoSlugue, que fala sobre o Pottermore. Desde as recentes aparições em que a autora J. K. Rowling confirmou estar escrevendo (primeiro no BAFTA, depois no Twitter), o fandom Potteriano, que antes tratava a nossa descoberta à base do “Não acredite em tudo que você vê por aí” tem mudado um pouco de postura. Quem antes se mostrava cético começa aos poucos a enxergar a realidade, enquanto os indecisos caminham para a convicção. Muitos estão esperando que o ClubeDoSlugue traga novos fatos e dê sua visão dos acontecimentos recentes, o que acontecerá em breve.
Por ora, trazemos a vocês a primeira coluna sobre o assunto. Escrita por Rafael Bento, ela mostra como a situação vivida pelo CDS é semelhante a de Harry e Dumbledore na série. Nos livros, o Ministério da Magia (representados principalmente por Fudge e Umbridge), com medo do que o retorno de Voldemort possa representar a seu governo até então estável e livre de ameaças, imediatamente nega Dumbledore e Harry , alegando que não há qualquer sinal que indique o retorno de Voldemort. Eles usam de seu poder influência para destituir Dumbledore de seus cargos de poder dentro do próprio Ministério e utilizar a principal ferramenta de qualquer governo para controlar e influenciar a opinião da população: a mídia. No nosso caso, as evidências sobre o Pottermore estão da mesma maneira sendo escondidas e o ClubeDoSlugue vem sofrendo sucessivas tentativas de ser desacreditado e provocações hostis:
O que acontece é que, desde que descobrimos o Pottermore, em julho de 2010, até hoje, nenhum grande site publicou qualquer coisa diretamente relacionada ao Pottermore, nem ao menos indicando sua existência ou possibilidade, de modo que, ainda, muitos fãs nem sequer sabem da existência desse nome. Criou-se um verdadeiro tabu com a palavra Pottermore, assim como Voldemort fez com seu nome. Os leitores que sabem assim conseguiram graças ao twitter e ao ClubedoSlugue.com. Os motivos de cada site são desconhecidos e nós não nos colocamos na posição de obrigar espaço nenhum e divulgar o que não quer. A questão é que, recentemente, talvez devido a força involuntária que o Pottermore tomou, matérias com técnicas no estilo Profeta Diário começaram a surgir, tentando usar a própria força e expressão do veículo em questão para ridicularizar a ideia do Pottermore, se aproveitando de outras situações para desacreditar o ClubedoSlugue.com, levando uma legião de fãs a imediatamente acreditar no que leu, pois se trata do “SITE X”.
:: A coluna na íntegra pode ser lida aqui ::
Nossa intenção ao escrever sobre o assunto não é a de rivalizar com site algum, mas sim de fazer com que os fãs da série reflitam sobre o assunto e possam criar sua própria opinião – livres de Profetas Diários e Dolores Umbridge.
Read MoreRelíquias da Morte no Oscar – leia nossa análise

Daqui a dois dias a cerimônia mais esperada do cinema premiará os melhores de Hollywood de 2010 e, é claro, Harry Potter e as Relíquias da Morte está no páreo em duas categorias, como todos sabemos. Mas quais são as nossas chances reais de levar alguma estatueta dourada? No que os concorrentes de Harry Potter se destacam?
Para responder estas perguntas, já está no ar a coluna de sexta-feira do Clube do Slugue, que aborda os indicados aos prêmios. Leia um trecho:
Assim como Avatar, que ganhou a estatueta de 2010, A Origem usa os efeitos especiais para tornar o filme mais intenso e imersivo. Quando os sonhos entram em colapso e o mundo desmorona, os efeitos transformam a experiência impactante ao abusar do exagero combinado à realidade – é fantástica a sequência em que Paris se dobra. Combinados com o propósito de servir à história e ao som de uma trilha sonora forte, os efeitos absurdamente apocalípticos enchem os olhos, mas não ofuscam a trama.
E quanto a nós? Eu diria que somos os segundos favoritos e que temos uma carta na manga – Dobby, que protagoniza o que foi talvez a cena mais emocionante de todos os filmes.
Você pode ler a coluna completa aqui – não deixe de comentar e deixar seu palpite.
Além de analisar as indicações, no final da coluna você encontra todos os projetos nomeados ao Oscar em que atores da série Harry Potter participam.
E no domingo, fique ligado em nosso twitter para uma cobertura completíssima do evento e junte-se a nós na torcida por Harry Potter.
Read MoreOs mistérios da Teoria da Magia – Por Caio Reis
Depois de quase um mês decorrido da nossa coluna inaugural, estamos trazendo a vocês uma segunda reflexão sobre a série. Escrito por Caio Reis, este novo texto explora um tema intrigante na série: o funcionamento da magia. Segundo o colunista, a maioria dos fãs sabe enumerar listas intermináveis de fórmulas mágicas, mas permanece à margem quando o assunto é a natureza da magia:
Confira um trechinho:
Devemos compreender também que a magia não existe apenas dentro dos bruxos, ela é parte do universo. Ela está presente nos animais mágicos (como nos esquecer do resistente couro de Dragão, dos usos mágicos de seu sangue, ou até mesmo da magia poderosa presente em um Unicórnio?) e também no que é referido na série como “magia antiga”, como o sacrifício de Lílian Potter ou o laço criado entre Harry e Pettigrew, quando este teve sua vida salva pelo filho dos amigos traídos.
A partir desta semana, todas as terças e sextas-feiras serão dias de colunas inéditas no ClubeDoSlugue. Portanto, nestes dois dias da semana, fiquem de olho que teremos novidades para debatermos!
Read MoreInauguramos nossa seção de Colunas! “Snape. Severo?” – Por Vinícius Vasconcelos

Os fãs mais antigos da série certamente sentem falta de uma das melhores épocas do fandom: as especulações pré-Harry Potter e as Relíquias da Morte. Através de colunas, costumávamos dissecar detalhe dos livros em busca pistas que pudessem indicar o futuro dos nossos personagens. Quem ficaria com quem? Snape era bom ou ruim? Quais eram as Horcruxes? Quem viveria e quem tombaria na Batalha Bruxa.
O ClubeDoSlugue, após os acertos de fim de ano, está finalmente ressuscitando as colunas. Obviamente, elas possuem agora foco um pouco divergente da época antes de RdM, mas nossa equipe ainda sente que há muito o que discutir sobre a série com os fãs. Aos poucos, vamos liberar textos dos nossos principais colunistas, alguns dos quais possuiam algumas das mais conhecidas teorias do fandom, como é o caso de Ralph Rosier – cujas colunas em breve começarão a pipocar aqui no CDS.
E para começar, celebrando a semana do aniversário de Severo Snape, Vinícius Vasconcelos fala sobre um dos personagens – se não o mais – enigmáticos da série. Porém, esta não é mais uma daquelas análises apaixonadas condenando J. K. Rowling pelo desfecho da série ou defedendo o professor fervorosamente:
A vida de Snape jamais foi fácil. Mestiço, pobre, viveu à sombra de um amor que jamais se concretizou. Talentoso no preparo de poções, também desenvolveu um inigualável talento na oclumência, a arte da mente fechada. Fechou tanto sua mente a ponto de se cegar e entregar seu amor perdido à morte. Claro, esse complexo personagem interessa e intriga a muitos fãs, mas o que quero tentar ressaltar nessa coluna é a essência deste bruxo, que é muito mal compreendido pelos fãs, que muitas vezes apenas transitam entre os extremos, da bondade à maldade, ao abordá-lo, mesmo que seus motivos tenham se tornados claros como cristal no desfecho da saga.
Este foi só um trechinho. Para ler a coluna “Snape. Severo?” clique aqui. Deixe seu comentário à respeito da opinião do colunista e sinta-se à vontade para dar sugestões de novos temas e abordagens aos nossos colunistas.
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